PAOLA VANNUCCI 34 ANOS Tenho dois projetos de publicaçõe de livros: um é livro de poemas. Outro é um romance que estou escrevendo,junto a um amigo Daniel Aladiah. Duas mentes pensantes sem um não saber o que se espera pela frente... Moro em Curitiba e se algum visitante conhecer algum editor, por favor, envia-me um email... paolavannucci@uol.com.br 'AGRADEÇO AOS CÉUS E A TERRA POR NESSA VIDA EXISTIR!"

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Corpos

 

Os corpos aqui presentes,

 São os corpos presentes na alma dos sentidos viver

Paixão louca que corrompe minha mente

Como gostaria sentir a dor da nudez

Queria sentir o perfume do desejo

Queria a flor da pele amar o profundo da noite

A lua pede o encontro dos nossos corpos

A lua suplica o arder de nossas bocas tocadas

Meu corpo consola em sonho

Nossos corpos sedentos

Nossos corpos covardemente são distanciados....

mas

O amor corrompe minha vida

Corpos ausentes...

:: Postado por Paola às 12h01
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Ronco

O ronco, além de incomodar pelo barulho, pode levar à apnéia: falta de ar durante alguns segundos. As conseqüências da apnéia provocam, em alguns casos, infarto ou até morte.


O que é?

Um som alto e rouco emitido por quem dorme. É causado principalmente pelo enfraquecimento do tônus muscular, força da língua e da garganta. Isso faz com que a língua relaxe e tombe para trás, tocando a parede posterior da garganta. Quando o músculo está muito relaxado, o fluxo de ar torna-se limitado e isso provoca vibração. É o ronco.


Quem ronca mais?

  • Homens;
  • Obesos;
  • Quem bebe álcool com freqüência;
  • Quem fuma;
  • Crianças com problemas de saúde, como adenóide ou amigdalites.


Tipos

  • Suave, que cessa quando o indivíduo deita de lado;
  • Intenso, que perdura mesmo se a pessoa mudar de posição;
  • Estrondoso, tão alto a ponto de ser ouvido em toda a casa, entrecortado por apnéias.


Os números

  • 10% a 30% dos adultos roncam. Na maior parte dos casos, roncar não leva a conseqüências sérias;
  • 60% dos homens roncam;
  • 40% das mulheres também.


O som do ronco

A restrição do fluxo respiratório, causada pelo relaxamento da língua, faz com que o ar passe mais comprimido, com maior pressão. O ar atravessa a úlvula e vibra partes da laringe provocando ruídos.


A respiração durante o sono

Quando dormimos, existe uma coordenação perfeita das contrações do diafragma e dos músculos da garganta. A inspiração começa pelos músculos da asa do nariz (1) e propaga-se pela faringe (2), laringe (3) e parede toráxica (4) até alcançar o diafragma (5). O ronco pode ser desencadeado por uma falha nessa coordenação.


Causas do ronco


1 - Adenóide aumentada;
2 - Palato mole, alongado e inchado.
Os obesos tendem a roncar com maior freqüência porque seus músculos normalmente são mais flácidos e a gordura pressiona ainda mais a passagem do ar. Além da obesidade, problemas como adenóide crescida ou obstrução das vias nasais podem provocar o incômodo barulho.


Apnéia


1 - Passagem de ar obstruída;
2 - Língua relaxada.
Grande parte das pessoas que roncam apresenta uma condição conhecida como apnéia obstrutiva do sono, problema sério caracterizado pela interrupção completa da respiração, por cerca de dez segundos. Isso causa uma redução da oxigenação do corpo, que pode provocar conseqüências como:
  • batimentos cardíacos irregulares;
  • aumento da pressão sangüínea;
  • crescimento do coração;
  • infarto.


Roncadores notórios


Paulo César Farias
Morto em 1996. Foi o tesoureiro da campanha de Fernando Collor de Mello, ex-presidente da República.

Paulo Brossard
Foi ministro da justiça no governo de José Sarney (1985-1989).


Dicas para combater o ronco

  • Costure uma bola de tênis nas costas da camisa do pijama, para evitar dormir de barriga para cima;
  • Evite ingerir qualquer tipo de cafeína (café, chá preto);
  • Evite fumar no meio da noite;
  • Não tome tranqüilizantes, pílulas para dormir e medicamentos antialérgicos. Dessa forma, evita-se a redução do tônus muscular;
  • Evite álcool e refeições antes de dormir;
  • Levante-se sempre no mesmo horário;
  • Exercite-se diariamente, de preferência antes das seis da tarde;
  • Durma mais de lado do que de costas. Assim, a língua não atrapalha a respiração.


Texto e imagens: Correio Braziliense


:: Postado por Paola às 19h25
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Dança da loucura

 

Nossos olhos escureceram o dia

Fazendo nos enxergar o milagre do amor

Doce momento que passei

Doce desejo trancado a sete chaves

A Yves toca a dança da alegria

A Yves introduz misericórdia divina a todo o momento

Sempre soube de sua existência, mas...

Como num piscar de olhos

O sonho veio a tona

Você veio, a sina completou.

Ah! Meu amor agora resta a saudade deixada,

Espaço vago.

Ah! Meu amor resta-me lembranças,

Como as quero tê-las

Ah! A dança é louca e sem conclusão

Confusão

Tortura...

Felicito-me porque provei da dança,

Você veio numa nuvem clara de outono

Isso que importa,

Continuarmos a dança louca desse amor!

A Yves ainda canta

Com sua doce voz ao entardecer

O anoitecer apenas, não tive...

O amanhecer concede-me o brilho do sol a furtar

O espairecer será eterno ao pensar que

Naquela tarde nos envolvemos

Tortura

Confusão

Condição

Dança da loucura

A Yves ainda toca a nossa música...

Felicito-me por esse dia.

:: Postado por Paola às 06h52
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Sarampo


Dr. Bruno Vaz da Costa
Médico Pediatra de
doenças infecto-contagiosas

O sarampo é uma doença viral, infecto-contagiosa e atinge com mais severidade populações de baixo nível sócio-econômico.

O contágio acontece através de secreções respiratórias. Os indivíduos expostos podem adquirir as infecções através de gotículas veiculadas por tosse ou espirro, por via aérea, podendo as partículas virais permanecerem por tempo relativamente longo no meio ambiente.

A transmissão inicia-se antes do aparecimento da doença e perdura até o 4º dia após o aparecimento da erupção.

Antes da existência da vacina, o sarampo era considerado uma doença incurável. O período de incubação, geralmente, é de 8 a 12 dias.


Vírus Morbillivirus


Quadro clínico

O vírus se instala na mucosa do nariz e dos seios ( 1 ) para se reproduzir e depois para ir para a corrente sanguínea.

A indisposição que antecede a doença têm duração de 3 a 5 dias e caracterizam-se por:

  • febre alta;
  • mal estar;
  • coriza(2 ) ;
  • conjutevite;
  • tosse;
  • falta de apetite.
    Nesse período podem ser observadas na face interna das bochechas as manchas brancas (Koplik) que são características da doença.

    O exantema maculopapular (pinta na pele) inicia-se na região retroauricular, espalhando-se para a face, pescoço( 3 ) , membros superiores, tronco e membros inferiores. A febre persiste com o aparecimento do exantema.

    No 3º dia, o exantema tende a esmaecer, apresentando descamação fina com desaparecimento da febre, sendo a sua persistência sugestiva de complicação.

    Presença de gânglios é manifestação comum do sarampo em região do pescoço e nuca. A diarréia é ocorrência freqüente em crianças com baixo nível sócio-econômico.


Sarampo modificado

Ocorre em crianças parcialmente imunizadas. Apresenta uma queda leve da doença. Pode ocorrer, ocasionalmente, após a vacina contra o sarampo.


Diagnóstico

O diagnóstico é clínico, pode ser realizada sorologia.


Complicações


Tratamento

É uma doença autolimitada, não existindo tratamento específico, requer cuidados especiais, tais como:


Prevenção

Vacina específica, protege 97% dos vacinados. É indicada para todas as crianças que não tiveram a doença ou para aquela com dúvidas a respeito. Ela pode ser vacinada após o 9º mês de vida.

As reações à vacina são: febre, coriza e/ou tosse leve e discreta, exantema entre o 4º e 12º dia pode ocorrer em 20% dos vacinados.


Contra-indicações para vacinação


Prognóstico

Para crianças bem nutridas é bom. No desnutrido e lactente jovem o prognóstico é pior.


Ps: PARA IR A ALEMANHA DEVE-SE TOMAR A VACINA COM 15 DIAS DE ANTECEDÊNCIA...

:: Postado por Paola às 23h00
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TENHO UMA ÚNICA E SIMPLES PALAVRA NESTE ESPAÇO HOJE:

AME A VIDA ENQUANTO SE VIVE!!!!!!!!!!

AME AO PRÓXIMO INCONDICIONALMENTE!!!!!!!!

APÓS A MORTE, SUA TRAGETÓRIA SERÁ OUTRA.........

AME AGORA E SEJA FELIZ!!!!!!!!!!

 

PAOLA VANNUCCI

 

VIDA AGRADEÇO POR ESTAR EM VC,

OBRIGADA!!!!!!!!!!!

:: Postado por Paola às 22h51
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Luta pela vitória

 

A vida caminha
nada volta ao passado se não em nossos pensamentos
ah! Meu amor
como é bom olharmos e vermos
nossas vidas passadas num filme
se com amargura, bem
nos serviu de lição
não podemos repetir os mesmos erros
se de exaltação, melhor
sabemos que podemos confiar em nosso taco,
se ansiosos momentos
crises futuras teremos
e sem temer por um deus?
sem fé?
sem brilho?
Ah! Meu amor,
que teria feito de sua vida?
Seu passado mostra a sua cara
tenho certeza que na sua trajetória fora marcada por fé!
fé afloarada pelo amor de viver
eu o anseio o desejo,
tenho a certeza de que nossos corações resiste a tormenta dos invejosos
Ah! Meu amor
tenho a certeza de que o acreditar já é uma vitória....
a felicidade está estampada em vc
Acredite!!!!!!

:: Postado por Paola às 10h06
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Duas faces de um mito

Processada pela Inquisição no século XVI, Branca Dias inspirou peças teatrais e romances que a transformaram num personagem-símbolo na luta contra a intolerância.

     
Bruno Feitler

Há duas Brancas Dias: uma real, outra imaginária. A primeira pode ser conhecida consultando-se os documentos históricos e os estudos já escritos a seu respeito; a outra está nos romances e peças de teatro inspirados na personagem real. O problema é que muitas vezes as duas Brancas se confundem, e a ficcional toma o lugar da original. Ambas são cristãs-novas e, reais ou ficcionais, simbolizaram a opressão inquisitorial. Em 1929, o historiador Rodolpho Garcia, ao escrever a introdução à Primeira visitação do Santo Ofício às partes do Brasil, desfaria definitivamente o engano, mas nem por isso Branca Dias deixaria de continuar inspirando os ficcionistas e certos autores de obras supostamente históricas.

A personagem real nasceu em Viana da Foz do Lima, em Portugal, por volta de 1515, e morreu provavelmente em 1558 na capitania de Pernambuco, para onde migraram muitos cristãos-novos. Enquanto seu marido, Diogo Fernandes, instalava-se em Pernambuco, montando um engenho na sesmaria que lhe havia sido concedida às margens do rio Camaragibe, Branca, que havia permanecido em Portugal, era denunciada e presa pela Inquisição. Acusada de "judaísmo" (a prática de ritos judaicos) pela própria mãe e por uma irmã, que já se encontravam presas, Branca admitiu a dita heresia, sendo assim libertada, em 1545, após renegar seus erros perante os inquisidores e cumprir as penas que lhe foram impostas. Foi em algum momento entre este ano e 1551 que ela veio para o Brasil com seus filhos, talvez como fugitivos, uma vez que a limitação de movimento era normalmente aplicada às pessoas condenadas pela Inquisição.

Com a morte do marido, além de administrar a parcela que restava do engenho de Camaragibe após um fracasso parcial da sua exploração, Branca manteve em sua casa da Rua Palhares, em Olinda, com a ajuda das filhas, uma escola para ensinar meninas a cozinhar, bordar e fazer rendados. Mal imaginava que, trinta anos depois, já morta, suas ex-alunas a denunciariam ao visitador inquisitorial por práticas judaizantes no Brasil. Como os inquisidores não consideraram as denúncias suficientes, a memória de Branca não foi maculada, nem seus ossos precisaram ser desenterrados, como costumava acontecer nos casos de acusações póstumas. Alguns de seus descendentes foram processados, mas sua filha Brites Fernandes foi a única a confessar ter praticado ritos judaicos. Seus outros parentes foram somente condenados a penas leves. Esses descendentes - mesmo aqueles que se uniram pelo casamento a famílias que eram ou viriam a ser "da governança da terra", como os Barbalho e os Holanda - perpetuariam a memória de uma Branca Dias judaizante, apesar do "genealocídio" praticado mais tarde por alguns estudiosos das origens das famílias locais, que tentaram apagar sua descendência "impura".

O mito não tardou a se formar. Já na virada do século XVII para o XVIII, dizia-se em Recife que os ossos de Branca Dias haviam sido levados de Pernambuco e queimados "por ordem do Santo Ofício". Embora não fosse verdade, esses boatos revelam que a Branca Dias judaizante e cristã-nova continuava viva na memória da população, sua lenda se formando paralelamente à existência real de outros personagens locais perseguidos na época, como um pároco blasfemo de Itamaracá. Assim, a memória da matriarca de Camaragibe durante muito tempo oscilou entre a vontade da elite de apagar os vestígios da sua descendência descendência cristã-nova e a persistente lembrança do resto da população.

:: Postado por Paola às 18h02
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Outros registros sobre a tortuosa trajetória da personagem só são conhecidos a partir de 1879, quando foi publicado o "drama histórico", hoje perdido, intitulado Branca Dias de Apipucos, a primeira de uma série de reinterpretações ficcionais da sua história. A autora, Joana Maria de Freitas Gamboa, situa-o na época da Guerra dos Mascates - célebre conflito entre os comerciantes de Recife e os proprietários de terra de Olinda ocorrido de 1710 a 1715 - e conta a história de uma judia rica que, temendo a Inquisição, jogou toda a sua fortuna em prata num afluente do Camaragibe, que ficou então conhecido como o riacho da Prata. Este primeiro romance inspirado na história de Branca Dias deslocou a protagonista no tempo - de fins do século XVI para começo do XVIII. Ela depois se deslocaria no espaço, pois segundo um texto não muito posterior, publicado na Gazeta do Sertão de Campina Grande, o drama se passava na Paraíba.

Em 1905 e 1922, foram publicados mais dois títulos, igualmente baseados na personagem. O primeiro, o Livro de Branca Dias, de José Joaquim de Abreu, escrito sob forte influência da doutrina espírita de Alan Kardec, desfiava a biografia imaginária da rica e bela judia nascida na Paraíba em 1734 e queimada pela Inquisição em 1761. O segundo intitulava-se O algoz de Branca Dias. Quase cinqüenta anos depois, em 1966, o teatrólogo Dias Gomes, com a peça O Santo Inquérito, que resultaria também numa radionovela e num filme, tornaria a personagem conhecida do grande público. Ainda mais recentemente, em 1993, José Joffilly publicava Nos tempos de Branca Dias, afirmando a veracidade de sua história, e isso através do estudo dos textos anteriores sobre a personagem, dando-lhes - para alguns erradamente - o valor de documentos. No eco da vida de Branca Dias, também se pode incluir a minissérie A Muralha, em que a bela Letícia Sabatella, cantando em hebraico e perseguida pelo terrível inquisidor, seria mais uma referência.
Alguns perguntam se não houve, de fato, duas Brancas diferentes, uma no século XVI, em Pernambuco, outra no século XVIII, na Paraíba. Apesar de existirem outras mulheres com este mesmo nome processadas pela Inquisição, nenhuma delas o foi na Paraíba em meados do século XVIII, onde o mito é situado. Sua localização nesta capitania, nos anos 1720 e 1730, pode ser um resquício da história trágica de um importante grupo de cristãos-novos locais presos e processados pela Inquisição. Uma destas paraibanas, chamada Guiomar Nunes, foi queimada (após ter sido garroteada, isto é, enforcada, como acontecia com quem dizia querer "morrer na lei de Cristo") em Lisboa, em 1731. Embora cristãnova, ela não descendia de Branca Dias nem tinha a mesma condição social da mestra de Olinda.

Como entender a permanência de Branca e o esquecimento de Guiomar? Como explicar o mito Branca Dias? Isto talvez se deva ao fato desta ter sido uma personagem dos tempos iniciais da colonização e ter, devido a laços familiares, deixado sua descendência e sua memória na elite local. Outra razão seria a perpetuação da personagem pelos maçons, que chegaram a dar seu nome à loja paraibana, fundada em 1918. Esta incorporação pelos maçons da figura de Branca Dias não ocorreu pelo fato de Branca ter sido cristã-nova ou judaizante, mas por ela ter sido perseguida pela Inquisição, símbolo maior do obscurantismo, da repressão e da censura. Embora a trama do Santo Inquérito se passe na Paraíba dos anos 1750, a peça foi escrita em 1966, já sob a repressão da ditadura militar. Ela remete a qualquer situação de opressão e descreve as relações entre os oprimidos e os donos do poder, que impõem aos primeiros as suas leis.

Uma outra peça de teatro ilustra exemplarmente a associação entre a história de Branca Dias e a maçonaria. Aprovada pela censura em 20 de novembro de 1930 e arquivada na seção de manuscritos da Biblioteca Nacional (Coleção 'Teatro Censura'), mostra as razões da adoção desta personagem pela sociedade maçônica. Nesta peça, intitulada simplesmente Branca Dias e qualificada pelo autor, Honório Rivereto, como "tragedia psychica", a protagonista tem um papel fortemente político, simbolizando "os oprimidos do pensamento". A história se passa na época da presença holandesa no Brasil (1630-54), quando houve liberdade religiosa para os judeus. Um dos oficiais batavos, conhecido como "propagador do neocristianismo" (doutrina formulada pelo autor da peça nos moldes do espiritismo e que implica "a necessidade de progresso moral da humanidade terrestre") e mestre, isto é, mentor de Branca, o que desvincula a personagem de sua origem e práticas judias. Com uma forte carga espírita, o que a aproxima da obra já mencionada de José Joaquim de Abreu, os dois primeiros atos se passam na localidade de Gramame, na margem sul do rio Paraíba, e o terceiro no planeta Júpiter, onde várias almas se reencontram.

Assim, do fundo comum da origem cristã-nova e da perseguição inquisitorial, a matriarca judaizante dos primórdios da colonização de Pernambuco, uma personagem histórica, transformou-se na linda e virgem Branca Dias perseguida pelo obscurantismo, no símbolo e arquétipo da liberdade. Dois retratos de um mesmo fantasma que assombrava a sociedade brasileira.



Bruno Feitler é pesquisador junto ao
Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e
Planejamento), São Paulo, e autor de
Inquisition, juifs et nouveaux-chrétiens

au Brésil.
Le Nordeste, XVIIe-XVIIIe
siècles,
Lovaina, 2003.

:: Postado por Paola às 18h01
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BUCARESTE

Bucareste, a capital da Romênia, tendo uma arquitetura belíssima e variada, tanto que é tida como uma "obra de arte ao ar livre", é também uma cidade jardim. Os parques Cismigiu e Herãstrãu oferecem uma atmosfera muito agradável e são os lugares favoritos para os passeios dos bucarestinos.                                                        

O primeiro documento que registra o nome de Bucareste foi emitido pela chancelaria do príncipe Vlad Tepes (Drácula), a 20 de setembro de 1459. A origem da palavra Bucareste está intrinsecamente ligada à palavra romena bucurie que, em português, significa alegria. Outra teoria é que o nome da cidade provem de um pastor chamado Bucur, que teria fundado a cidade.

Bucareste sempre se afirmou como um centro cultural europeu, tendo servido de arena para grandes manifestações culturais, associadas ao requinte arquitetônico e ao aprimoramento das artes e da ciência, principalmente no século XIX, quando surgiu o apelido, até hoje usado, de "A Pequena Paris".

A cidade tem mais de dois milhões e meio de habitantes - o maior centro urbano do país. Por essa razão, lá se concentram os grandes movimentos culturais, políticos e comerciais. Do ponto de vista do entretenimento, Bucareste oferece um leque variado de opções: importantes museus, teatros, óperas, restaurantes tradicionais, enfim uma infinidade de atrativos que são ressaltados ao se associarem ao calor latino característico do povo romeno.

 A cidade de Bucareste, em si, é uma verdadeira obra de arte. Como exemplos de sua beleza arqui tetôni- ca podemos citar algumas construções representativas que datam da segunda metade do século XIX e híbridas da primeira metade do século XX: o Banco Nacional (1883); o Museu da Literatura Romena (1873); a Academia Romena (1890); o Palácio da Justiça (1890); o Liceu Gheorghe Lazãr (1890); a Estação do Norte (1868); o Palácio do Parlamento (1907); o Ministério da Agricultura (século XIX); a sede da Caixa da Economia (século XIX); o Palácio Sutu (século XIX); o Hospital Coltea (XIX); o Hanul Manuc (século XVII); o Aeroporto Bãneasa (séculoXX); Arco do Triunfo, com 27 metros de altura (1935); o Ateneu Romeno (século XIX); a Universidade (séculoXIX); os museus Grigore Antipa (1908), de Arte Popular, da Historia da Romênia, de Arte da Romênia (antigo Pálacio Real), Militar Central (todos do século XIX), do Camponês (século XX); as igrejas Stavropoleos, do Patriarcado (século XVIII), Mihail Voda (século XVI), Bucur (século XVI), Coltea (século XVII), Antim que são verdadeiras jóias arquitetônicas. A mais recente construção é o Palácio do Parlamento (fim do século XX) , considerado o segunda antiga civilização romena e das tradições do folclore.

Os séculos XV e XVI viram erguer-se, na Bucovina, esses mosteiros sob a égide da grandiosa personalidade do príncipe Estevão, o Grande - ilustre Vaivoda, capitão de exércitos e patrono espiritual da Moldávia. Durante seu reinado, de quase meio século (1457-1504), fez seu principado avançar para muito além dos padrões de sua época. A cultura conheceu um grande florescimento. Em que pese as freqüentes guerras, o príncipe construiu numerosos mosteiros, igrejas e cidadelas. A época de Estevão, o Grande teve um estilo artístico próprio: "o estilo moldavo" - expressão que entraria para a história da arte universal definindo o entrelaçamento harmonioso das tradições artísticas populares com certa influência bizantina e gótica que chegaram através da Sérvia, da Rússia e da Polônia. O estilo moldavo acrescentou numerosas inovações construtivas e decorativas ao patrimônio artístico universal.

Os afrescos exteriores das igrejas constituem um dos tesouros mais fabulosos da arte moldava. São uma verdadeira Bíblia ilustrada, única em todo o mundo, de incomparável valor artístico referendado por especialistas da Unesco. A idéia de converter os muros exteriores das igrejas em uma Bíblia ilustrada, acessível à gente simples, foi um verdadeiro programa educacional medieval. As pinturas parecem ser parte de um filme colorido, narrando contos, lendas, costumes e grandes acontecimentos históricos, tais como a queda de Constantinopla.

Os afrescos - o mais difícil e audaz modo de pintar, segundo o definiu Miguel Ângelo - existem na
Bucovina há quase cinco séculos.

Segundo a opinião unânime dos especialistas, Voronet (a capela Sistina do Oriente), Humor, Sucevita, Moldovita Putna, Neamt, Agapia, Vãratec, Dragomirna e Arbore são obras-primas de uma civilização refinada, única no mundo.

Outras regiões da Romênia abrigam mosteiros famosos: Curtea de Arges (1512-1521), Cozia, Turnu, Tismana, Hurez, Bistrata e Arnota

:: Postado por Paola às 11h19
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Senti, minhas palavras parecem vãs, a vida é pura luta apesar de amá-lo, a vida é curta e nunca o achei, a vida me engana mas ao tempo o leio com olhos cheios. Ao mesmo leio com suspirar de cada verso, as palavras correm nas mãos calorosas a me abraçar solenemente, fragmentos longos a brilhar..........

:: Postado por Paola às 21h10
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MARCAS

 

Marcas que nunca se apagaram
meu coração bate com mais força a cada encontro
não, não posso esquecer cada rosa presente
não posso esquecer cada sentido vivente
não posso esquecer cada lição aparente

meu sentido é seu caminho que brilha
cada dia me envolvo
Oh! Meu amor como sou feliz agora
como posso sentir que deseja meu futuro
nosso futuro
nossa eternidade....

quero gritar agora para que todos nos ouçam
nossa felicidade fecunda e cultiva a terra
nosso fruto dissemina amor e prazer
a felicidade bate a minha porta sem pedir licença
é simplesmente você chegando

Oh! Meu amor quero gritar:

Amo você........


:: Postado por Paola às 11h57
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QUERIA

 

Sabes que nesse momento queria um homem a me entender

Queria sentir os mais sublimes prazeres

Ser mulher sem ter a vergonha de amar

Queria um homem a sentir minha vida como deva ser

Queria o sol a iluminar meus passos

Queria um Deus a conduzir-me a esse homem

Mas estou aqui só e desamparada

Estou aqui sem um homem a me entender

Desejo que anseio em ti


Sabes da razão que escrevi
Sabes do sabor que me dás ao tê-lo
Tê-lo?

Se nem ao menos me tocou....

Como que loucura se tu não me achas?

Como se eu o amo?
Sabes que deliro ao lê-lo
Sabes que te sinto.
Sabes...

Pois venha...
Consumir-me...
Meu coração é teu...

:: Postado por Paola às 18h16
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19 de abrilDia do índio nasceu em 1940 no Congresso Interamericano

Da Redação
Em São Paulo

»Índios no Brasil

Folha Imagem
Segundo fontes oficiais, o
Brasil tem hoje 206 etnias
19 de abril de 1940 foi a data em que os delegados indígenas se reuniram pela 1ª vez em assembléia no Congresso Interamericano. Todos os países da América foram convidados a participar dessa celebração.

Reunida em Patzcuaro (México), a assembléia aprovou, entre outras propostas, o estabelecimento do Dia do Índio pelos governos dos países americanos. Este dia seria dedicado ao estudo do problema do índio atual pelas diversas instituições de ensino.

Segundo fontes oficiais, o Brasil tem hoje cerca de 560 terras indígenas e aproximadamente 345 mil índios. São 206 povos (ou etnias), concentrados, em sua maioria - 70% do total -, numa parcela da Amazônia Legal que engloba seis Estados: Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia, Mato Grosso e Pará. Além disso, a Funai (Fundação Nacional do Índio) também registra a existência de 40 povos isolados na Amazônia Ocidental.

Em densidade populacional, os seis maiores povos indígenas do Brasil são Guarani (30 mil), Ticuna (23 mil), Kaingang (20 mil), Macuxi (15 mil), Guajajara (10 mil), Yanomami (9.975).

Índice de desenvolvimento
Um estudo inédito do economista Marcelo Paixão, coordenador do Observatório Afro-Brasileiro, mostra que a população indígena brasileira apresenta um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) próximo ao da Bolívia.

O IDH é um indicador da ONU que aponta o padrão de desenvolvimento humano em cada país. Ele é calculado a partir de indicadores de escolaridade, renda e expectativa de vida. O valor encontrado varia de zero, o pior desenvolvimento humano possível, a um, o melhor. Um índice acima de 0,800 é considerado de alto desenvolvimento humano.

Para o Brasil, o índice fica em 0,790, o que coloca o país na 62ª posição do ranking de 177 países divulgado em 2004. Os índios têm IDH de 0,683, próximo da Bolívia (114º no ranking).

Outros dados da tese mostram que não é apenas no desenvolvimento humano que os indígenas têm os piores índices. A taxa de mortalidade por desnutrição na população indígena adulta é de 11,2 por 100 mil habitantes, contra a média de 4,3 da população brasileira. A proporção de indigentes também é maior: 45% da população, contra 23% da média do país.

Origem
Os povos indígenas que hoje vivem na América do Sul são originários de povos caçadores vindos da América do Norte através do istmo do Panamá. Há milhares de anos -não há consenso entre os arqueólogos sobre a antigüidade da ocupação humana na América do Sul-, os povos indígenas ocuparam virtualmente toda a extensão do continente. De lá para cá essas populações desenvolveram diferentes modos de uso e manejo dos recursos naturais e formas de organização social distintas entre si.

Tradicionalmente, as sociedades indígenas não se fixavam a um mesmo território por muito tempo. As aldeias indígenas eram organizadas, levando-se em consideração a quantidade, a qualidade e a distribuição espacial dos recursos indispensáveis ao desenvolvimento de suas comunidades.

No Brasil, desde o século 16, existem instrumentos legais que definem e propõem uma política para os índios, fundamentados na discussão da legitimidade do direito dos índios ao domínio e soberania de suas terras. Esse direito - ou não - dos índios ao território que habitam está registrado em diferentes legislações portuguesas, envolvendo Cartas Régias, Alvarás, Regimentos etc.

Política indigenista
Até 1988, a política indigenista brasileira estava centrada nas atividades voltadas à incorporação dos índios à comunhão nacional, princípio indigenista presente nas Constituições de 1934, 1946, 1967 e 1969. A Constituição de 1988 suprimiu essa diretriz, reconhecendo aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam.

Os índios também ampliaram sua cidadania, já são partes legítimas para ingressar em juízo em defesa de seus direitos e interesses. Assim, o principal objetivo da política indigenista hoje é a preservação das culturas indígenas, através da garantia de suas terras, e o desenvolvimento de atividades educacionais e sanitárias.

Entretanto, a insuficiência de recursos oficiais, a integração cada vez mais comum do índio às sociedades urbanas e os conflitos raciais e sociais dos povos brasileiros têm colocado em risco a concretização das propostas políticas e direitos indígenas garantidos por Constituição.

Fonte: Museu do Índio / Funai e Folha de S.Paulo

:: Postado por Paola às 12h38
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Hino Nacional Brasileiro
Brazilian Flag

Áudio: Hino Nacional Brasileiro (2,7 MBytes)

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu risonho e límpido
À imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.

Terra adorada
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil
Pátria amada,
Brasil !

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra mais garrida
Teus risonhos lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores".

Ó Pátria amada,
Idolatrada
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado
E diga o verde-louro desta flâmula
Paz no futuro e glória no passado.

Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil
Pátria amada,
Brasil !

:: Postado por Paola às 22h11
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História do Hino Nacional Brasileiro


Em 1831, Dom Pedro anunciou que estava deixando o trono de imperador do Brasil para seu filho e voltaria a Portugal. Foi a oportunidade que o músico Francisco Manuel da Silva estava esperando para apresentar a sua composição. Ele colocou a letra de um verso do desembargador Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva e o hino foi cantado pela primeira vez no dia 13 de abril de 1831, na festa de despedida de Dom Pedro I. Durante algum tempo, porém, a música teve o nome de "Hino 7 de Abril", data do anúncio da abdicação.

A letra de Ovídio Saraiva foi considerada ofensiva pelos portugueses. Eles foram chamados até de "monstros". Por isso, ela foi esquecida em pouco tempo, mas a partitura de Francisco Manuel da Silva começou a ser executada em todas as solenidades públicas a partir de 1837. Para comemorar a coroação de Dom Pedro II, em 1841, o hino recebeu novos versos, de um autor desconhecido. Por determinação de Dom Pedro II, a música passou a ser considerada o Hino do Império e deveria ser tocada todas vezes em que ele se apresentasse em público, em solenidades civis e militares, mas sem letra. Era também tocada no exterior sempre que o imperador estivesse presente. Francisco Manuel ficou bastante famoso. Recebeu vários convites para dirigir, fundar e organizar instituições musicais. Mas o Brasil continuava com um hino sem letra.

Quando a República foi proclamada, em 1889, o governo provisório resolveu fazer um concurso para escolher um novo hino. Procurava-se algo que se enquadrasse no espírito republicano. Primeiro escolheram um poema de Medeiros e Albuquerque, que tinha sido publicado no jornal Diário do Comércio do Rio de Janeiro em 26 de novembro de 1889. É aquele que começa com o verso "Liberdade, Liberdade, abre as asas sobre nós". A letra se encontrava à disposição dos maestros que quisessem musicá-la. No primeiro julgamento, dia 4 de janeiro de 1890, 29 músicos apresentaram seus hinos. A Comissão Julgadora selecionou quatro para a finalíssima. No dia 15 de janeiro, numa sessão em homenagem ao Marechal Deodoro no Teatro Santana, perguntaram ao novo presidente se ele estava ansioso pela escolha do novo hino. Ele disse: "Prefiro o velho". Cinco dias depois, no Teatro Lírico do Rio de Janeiro, uma banda marcial composta de 70 figurantes, fanfarra e coro de 30 vozes regida pelo maestro Carlos de Mesquita executou as músicas finalistas. Na ordem, os hinos de Antonio Francisco Braga, Jerônimo de Queirós, Alberto Nepomuceno e Leopoldo Miguez. Nessa primeira audição, segundo o regulamento, estavam proibidos os aplausos. Após um curto intervalo, a banda executou de novo os quatro hinos. Aí, sim, o público pôde se manifestar. O mais aplaudido foi o do maestro Miguez, que também foi escolhido pela Comissão Julgadora. O presidente Deodoro e quatro ministros deixaram o camarote oficial e voltaram em seguida. O ministro do Interior, Aristides Lobo, leu o decreto que conservava a música de Francisco Manuel da Silva como hino nacional. Mesmo sem a partitura, a orquestra tocou a música e a platéia delirou. Como prêmio de consolação, a obra de Medeiros e Albuquerque e de Leopoldo Miguez ficou conhecida como o Hino da Proclamação da República. Só que o problema persistia: o Brasil tinha um hino sem letra. Mas, se a música já era tão bonita, por que precisava de uma letra? Por mais que alguém se habitue a uma música, se ela não tiver letra, fica mais difícil de ser memorizada.

Só em 1909 é que apareceu o poema de Joaquim Osório Duque Estrada. Não era ainda oficial. Tanto que, sete anos depois, ele ainda foi obrigado a fazer 11 modificações na letra. Duque Estrada ganhou 5 contos de réis, dinheiro suficiente para comprar metade de um carro. O Centenário da Independência já estava chegando. Aí o presidente Epitácio Pessoa declarou a letra oficial no dia 6 de setembro de 1922. Como Francisco Manoel já tinha morrido em 1865, o maestro cearense Alberto Nepomuceno foi chamado para fazer as adaptações na música. Finalmente, depois de 91 anos, nosso hino estava pronto!

:: Postado por Paola às 14h54
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